Não tenho medo de dizer que me conheces. Não tenho medo de dizer que me conheces muito bem. Não tenho medo de dizer que conheces os meus segredos mais profundos. Não tenho medo de dizer que conheces o meu modo de estar, que conheces os meus gestos, os meus sorrisos, os meus olhares, as minhas lágrimas, que conheces tudo sem eu dizer uma única palavra. E por isso mesmo fico-me no silêncio porque tu conheces tudo e nem isso vale. Tenho uma mão cheia de nada. Uma mão cheia de amor teu, para ti. Uma mão cheia de saudade tua, para ti. Uma mão cheia de recordações tuas, para ti. Uma mão cheia de carinho teu, para ti, que me deste, que foi meu, que já não é, que morreu, que desapareceu, que deixou de existir, que partiu, que já não existe, que se perdeu, que se encontro, que nunca mais vai voltar, que nunca mais voltou!


Às vezes é correcto fazer um balanço do que ficou. Dos sentimentos, das recordações que permaneceram no nosso mundo interior. Do que partiu. Resta deixar que a memória efectue o seu trabalho...apagando o passado que já não nos diz nada, fazendo assim com que o coração esqueça.
ResponderEliminarTudo porque (afinal) a vida continua, fria e cruel, pensamos nós. Porém, tem uma infinidade de outras coisas para nos oferecer (boas e más), dependente da boa utilização que nós façamos delas.
Continuação de óptimos posts :D
Há-de vir...se não for esse, um ainda maior!
ResponderEliminarFicaram coisas boas :)
Beijoca boa*